Entre o céu e o inferno
Local: Hot Bar, São Paulo-SP
Noite de sábado, decidimos conhecer a Hot Bar de São Paulo. Chegamos cedo, e não havia quase ninguém, porém pouco depois o lugar começou a encher rapidamente. O que nos chamou a atenção foi a beleza das homens e mulheres e o alto-padrão do lugar. Ficamos na área externa bebendo uns drinks, e tomamos coragem de entrar na área reservada para casais. O ambiente é incrível, há um “céu” (escadas que levam a um andar superior) e um “inferno” (um andar inferior onde há uma espécie de calabouço).
Pouco depois paramos na área reservada apenas para solteiros. Meu marido segurava minha mão forte, como se quisesse me proteger. Mas ao mesmo tempo, percebi que ele gostava de ficar ali, que gostava de me expor para aqueles desconhecidos. Eu usava um vestido vermelho curtíssimo, que quase deixava minha bunda de fora.
Saimos da área restrita e fomos a pista de dança. Meu marido sentou-se em uma mesa e eu fui buscar um drink. Enquanto aguardava, um rapaz chegou perto de mim e começou a puxar papo. Me perguntou de onde era, disse que eu estava linda. Olhei para trás e meu marido, de longe, me deu um sorriso, como se dissesse: “vai em frente… está tudo bem”.
Ele disse que seu nome era Marcos, que era empresário, separado, e que frequentava a Hot Bar com frequência. Meu drink ficou pronto. Ele me deu um beijinho e nos despedimos. Voltei, com as mãos tremendo, para a mesa de meu marido. Assim que sentei ele me perguntou:
Gostou do novo amigo, é?
— Sim. Achei bonito. Por quê, algum problema?
Ele sorriu e respondeu: Se você gostou, não…
Pouco depois resolvemos dar outra volta pela área restrita. Desta vez, um casal transava sem vergonha nenhuma em um dos sofás da área do “céu”. Ela, uma morena cheinha, que gemia alto, e que gostava que todos a olhassem. Ele, um moreno tatuado com um pau enorme. Aquilo me deixou molhada.
Fomos para a área dos solteiros. No caminho, os caras me comiam com os olhos. Eu estava adorando aquilo. Foi quando topamos de cara com Marcos.
Você por aqui? Ele disse, sorrindo.
Olhei para meu marido, que apenas sorriu de volta. Vamos para uma destas cabines? Ele convidou.
Gelei. Era minha primeira vez ali. Meu marido chegou perto do meu ouvido: “Amor, se você quiser…”
Não precisei responder. Marcos percebeu o tesão que sentíamos e segurou meu braço. “Venham, é por aqui…”
Entramos e ele trancou a porta. Rapidamente Marcos me beijou enquanto meu marido puxou meu vestido para baixo. Meus peitos estavam duros. Ambos começaram a me chupar. Eu estava sentindo uma mistura de tesão e medo, mas não tinha tempo para pensar. Nisso, meu marido disse no meu ouvido: “Chupa o pau dele”.
Obedeci e me ajoelhei. Coloquei o pau na boca. Meu marido não perdeu tempo e ordenou: “Agora os dois, minha putinha.”
Eu estava adorando aquele papel. A putinha obediente. Já tínhamos fantasiado muito esta cena em casa, mas ao vivo era totalmente diferente! Uma delícia.
Marcos tirou uma camisinha do bolso. Eu estava louca para ele me foder ali mesmo mas… meu marido impediu. Percebi que ele lutava entre o tesão e um ataque violento de ciúmes.
“Tudo bem, amor?” Eu perguntei. Ele olhou sério e só respondeu: “Faz ele gozar assim…. Chupe e tome um banho de porra”.
Mais uma vez obedeci. E logo Marcos deixou meus peitos e o vestidinho vermelho todo melado. Adorei, mas continuava louca de tesão. De repente meu marido ficou sério. Me pegou pelo braço me puxando para fora do bar.
Eu sabia que teria que dar um tempo para ele. Aquilo era adrenalina demais. Pegamos um Uber e fomos para o hotel. Entramos no quarto. Então ele me olhou e disse: “Você sabe né?” — O que? Respondi. “Que você é a mulher da minha vida. Sou o cara mais sortudo do mundo.”
Nos beijamos na boca, e pouco depois ele meteu o pau em minha xoxota molhada. Meteu com força até gozarmos juntos. Dormimos abraçados. Enquanto tomava café na manhã seguinte pensava que aquela tinha sido uma das melhores noites da minha vida… e que a mulher mais sortuda do mundo era eu.
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